Havia um espaço vazio ao lado dela. como se um pedaço vital lhe tivesse sido arrancado a força - O coração, quem sabe! - Passava dias e noites embriagada de incertezas e adormecia pelo cansaço de remontar diversas vezes, algumas cenas em sua cabeça.
O que tivera saído errado?
Enquanto ele se envolvia com um jogo perverso, no qual as maiores peças eram, fantasmas do passado e o medo do futuro. Sentia um profundo desejo de tê-la ao seu lado, e compartilhar seus melhores momentos, repartir tristezas também (mas não tinha coragem nem de lhe perguntar sua cor favorita).
Como compreender a si mesmo?
Ambos se medicaram com uma dose de tempo, e deixaram que ele fizesse efeito. Que não tinha cura isso era um fato incontestável.
Era cada um para o seu lado, com suas vidas para serem levadas a sério.
Se encontraram algumas vezes em esquinas perdidas, sonhos ameaçadores e em muitos pensamentos soltos.
Até que ponto realmente se perde alguém?

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