O encontro foi breve.
Assim como ele, ela estava perdida também, não levava nada além de seus pensamentos e recordações. Os traços de cansaço eram profundos. E não havia cuidado nenhum na maneira como estava sentada no meio fio. Jamais havia visto um olhar tão distante, era como se quisesse afastar-se de todos os elos que a mantinha presa à algo, ou alguém, difícil diagnosticar. Mantinha uma aparência de quem já passara muito tempo se lamentando e culpando-se, por cada metro quadrado de suas tristezas e decepções. E suas vestes indicavam que era hora de mudar, agradecer, e, caminhar a passos largos...
Sob sua perspectiva ele não parecia ter cara de muitos amigos, apenas os necessários, parecia também não ligar para o mundo a sua volta. Ou o efeito que suas palavras causariam em ouvidos alheios. Pela maneira como se movimentava, ela jurava ter percebido em seu olhar, um singelo desejo de morar com as estrelas. E por mais que não tivessem trocado muitas palavras diretas, o seu timbre de voz, ecoou uma notável vontade de apenas compartilhar um silêncio sincero. Assim como ela, ele pareceu estar cansado de todos os estereótipos de amor do mundo.
Uma nação de sentimentos novos vinham abrigar-se, todas as noites, em seus pobres corações disrítmicos. Desejavam simultaneamente, que alguém desse o braço a torcer. Transformando o orgulho, em mais uma página rasgada. Há tempos não sabiam mais o que era deixar o inconsciente, trazer sonhos agradáveis. E apesar de estranho, perceberam que talvez fosse a unica forma de estarem juntos. Em sonhos, apenas em sonhos. E mesmo assim sentiam o estomago comprimir e as pernas bambearem, a cada imagem que aparecia involuntariamente diante de seus olhos.
A maior dificuldade era esticar a mão para apagar os medos. Mas medo de quê? De que não desse certo? De que sofressem mais uma, de tantas vezes? De que o 'Para Sempre' e o 'Nunca Mais' voltassem para o vocabulário? - Francamente quando foi a ultima vez que acreditaram no que tinha que ser?
Sempre foram tão convictos. despreocupados. Despretensiosos. Desapegados. Que acabaram largando de mão, tudo que dizia respeito a novos afetos. Mas no fim das contas compreendiam o fato de que encontrar a pessoa certa era uma roubada. Procurar por ela, outra besteira. E que a expressão 'Encontre a pessoa certa e viva feliz para sempre!'. Sempre foi apenas um clichê imposto pela sociedade. E que era apenas uma questão de tempo, para que se encontrassem novamente - como pessoas erradas. Fazendo com que a história continue. Sem castelos ou luzinhas cintilantes.
Sob sua perspectiva ele não parecia ter cara de muitos amigos, apenas os necessários, parecia também não ligar para o mundo a sua volta. Ou o efeito que suas palavras causariam em ouvidos alheios. Pela maneira como se movimentava, ela jurava ter percebido em seu olhar, um singelo desejo de morar com as estrelas. E por mais que não tivessem trocado muitas palavras diretas, o seu timbre de voz, ecoou uma notável vontade de apenas compartilhar um silêncio sincero. Assim como ela, ele pareceu estar cansado de todos os estereótipos de amor do mundo.
Uma nação de sentimentos novos vinham abrigar-se, todas as noites, em seus pobres corações disrítmicos. Desejavam simultaneamente, que alguém desse o braço a torcer. Transformando o orgulho, em mais uma página rasgada. Há tempos não sabiam mais o que era deixar o inconsciente, trazer sonhos agradáveis. E apesar de estranho, perceberam que talvez fosse a unica forma de estarem juntos. Em sonhos, apenas em sonhos. E mesmo assim sentiam o estomago comprimir e as pernas bambearem, a cada imagem que aparecia involuntariamente diante de seus olhos.
A maior dificuldade era esticar a mão para apagar os medos. Mas medo de quê? De que não desse certo? De que sofressem mais uma, de tantas vezes? De que o 'Para Sempre' e o 'Nunca Mais' voltassem para o vocabulário? - Francamente quando foi a ultima vez que acreditaram no que tinha que ser?
Sempre foram tão convictos. despreocupados. Despretensiosos. Desapegados. Que acabaram largando de mão, tudo que dizia respeito a novos afetos. Mas no fim das contas compreendiam o fato de que encontrar a pessoa certa era uma roubada. Procurar por ela, outra besteira. E que a expressão 'Encontre a pessoa certa e viva feliz para sempre!'. Sempre foi apenas um clichê imposto pela sociedade. E que era apenas uma questão de tempo, para que se encontrassem novamente - como pessoas erradas. Fazendo com que a história continue. Sem castelos ou luzinhas cintilantes.
Foto por Susi Godoy

sem palavras <3
ResponderExcluirE os meus estoques de elogios pra você precisam ser Renovados!!! =)
Excluir